Nanasca, o nome original de Nazca (ou Nasca, como os locais escrevem), significa “terra de dor e sofrimento”. O local foi assim designado das secas pelas quais a população passava. O interessante é que foi exatamente o “sofrimento” desse povo que teria gerado tantas construções muito avançadas para a época. Tão avançadas que a região passou a ser conhecida pelos ufólogos como um possível local de presença dos “Antigos Astronautas”.
Mas a tecnologia de Nazca que a transformou em destino turístico e alvo de interesse dos ufólogos foram suas famosas Linhas, geóglifos de animais, figuras geométricas e até de uma “pessoa”. Esta última, na minha opinião, foi a mais assustadora, pois a criatura parece um astronauta da Naza te dando tchauzinho do céu. No momento que o vi do avião, realmente pensei que o doido da Discovery poderia ter uma teoria com um fundo de verdade...
Em Nasca, eles de fato explicam como o povo de Nanasca fazia as linhas (há até um pequeno museu para o tema). Mas meu guia, especialista na cultura local, não conseguiu dizer ao certo por que os “nanascas” começaram a fazê-las (especialmente algumas das figuras geométrocas gigantescas que mais parecem pista de pouso). Na série “grandes mistérios” da Super sobre civilizações perdidas, a melhor explicação para as Linhas de Nazca seria o uso para procissões e resultados religiosos. Mas, ao ver a grandeza das formas geométricas, fica difícil acreditar que seria somente para isso.
Seja qual for a verdade, acho que o mais interessante é curtir a experiência e aceitar o fato de que talvez nunca saibamos o que realmente elas significam.
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